Na próxima terça-feira, 20 de janeiro, o Senador pelo estado de Illinois, Barack Obama, assumirá a presidência dos Estados Unidos. A mudança de administração deve resultar em alterações em políticas governamentais, com reflexos em diversas áreas, incluindo ciência e tecnologia.
Obama pretende desenvolver tecnologia para resolver alguns problemas práticos, tais como investir em Tecnologia da Informação para reduzir custos do sistema de saúde (a maior parte dos registros médicos mesmo lá nos Estados Unidos ainda é guardada em papel, o que torna difícil medir a qualidade e reduzir erros médicos), energia renovável em escala comercial (biocombustíveis e sua infraestrutura, carros híbridos), e pesquisas em biomedicina (incluindo células tronco). O presidente eleito também pretende dobrar investimentos do governo federal em pesquisa básica e expandir pesquisas em universidades, expandir o acesso à banda larga, proteger a propriedade intelectual e reformar o sistema de patentes de modo a estimular a inovação [1].
No que diz respeito ao meio ambiente, Obama é a favor de uma redução de gases do efeito estufa por parte dos Estados Unidos, o que lhes daria a oportunidade de participar de maneira mais efetiva nas negociações de tratados internacionais de redução de emissões de carbono [2]. É provável a adoção de leis que limitem a emissão desses gases pelas indústrias, que terão que encontrar meios de reduzir suas emissões, ou comprar créditos de carbono, como já acontece na Europa [3].
Quanto ao programa espacial Barack Obama deverá decidir, ainda no primeiro semestre, se o ônibus espacial deve mesmo ser aposentado, como está previsto, em 2010. O problema é que a nova geração de foguetes e veículos espaciais da NASA (os foguetes Ares e os veículos de exploração Orion) só deve ficar pronta em 2015, o que significa que os norte-americanos teriam que pagar para a Rússia para transportar astronautas até a Estação Espacial Internacional [4]. Entretanto não é com a Rússia, mas com a China, que os EUA devem travar a nova corrida espacial.
No que diz respeito ao meio ambiente, Obama é a favor de uma redução de gases do efeito estufa por parte dos Estados Unidos, o que lhes daria a oportunidade de participar de maneira mais efetiva nas negociações de tratados internacionais de redução de emissões de carbono [2]. É provável a adoção de leis que limitem a emissão desses gases pelas indústrias, que terão que encontrar meios de reduzir suas emissões, ou comprar créditos de carbono, como já acontece na Europa [3].
Quanto ao programa espacial Barack Obama deverá decidir, ainda no primeiro semestre, se o ônibus espacial deve mesmo ser aposentado, como está previsto, em 2010. O problema é que a nova geração de foguetes e veículos espaciais da NASA (os foguetes Ares e os veículos de exploração Orion) só deve ficar pronta em 2015, o que significa que os norte-americanos teriam que pagar para a Rússia para transportar astronautas até a Estação Espacial Internacional [4]. Entretanto não é com a Rússia, mas com a China, que os EUA devem travar a nova corrida espacial.
A partir da ciência e tecnologia Obama pretende aumentar a competitividade norte-americana, não só com pesquisas e desenvolvimento de tecnologias, mas com melhoria do ensino e maior qualificação da força de trabalho.
[1] http://www.barackobama.com/issues/technology/#solve-problems[2] http://www.nature.com/news/2008/080923/full/news.2008.1125.html
[3] http://www.newscientist.com/article/dn16040-how-fast-can-obama-fix-us
[4] http://www.technologyreview.com/business/21695/?a=f

